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Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região

Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Conflitos coletivos)

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região realiza a mediação e conciliação de conflitos coletivos por meio do seu Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos Coletivos.

Regulamentada pelo Ato GP nº 52/2018, a atuação do Núcleo obedece à Resolução CNJ nº 125/2010 e à Resolução CSJT nº 174/2016, sendo vinculada à Vice-Presidência Judicial do TRT da 2ª Região.

Além da tramitação dos processos coletivos, o Núcleo atua também na esfera pré-processual, em que os interessados podem buscar a solução conciliatória antes mesmo da instauração do processo.

A tentativa conciliatória é possível entre quaisquer dos sujeitos das relações coletivas de trabalho, como sindicatos representativos de categorias profissionais, de categorias econômicas e empresas.

Outra novidade é a possibilidade de arbitragem perante o Núcleo (art. 4º, § 1º, da Lei 10.101/2000).

Para saber os procedimentos para a conciliação em dissídios coletivos, acesse os links abaixo.

Fluxo de Documento Pré-Processual

Notícias

Notícia: Trabalhadores da CPTM rejeitam proposta feita em audiência no TRT-2 e confirmam greve nesta terça (24)
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Trabalhadores da CPTM rejeitam proposta feita em audiência no TRT-2 e confirmam greve nesta terça (24)

 

Os ferroviários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade confirmaram a greve prevista para ocorrer a partir da 0h desta terça-feira (24). A decisão…

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Notícia: Greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM é cancelada após decisão do TRT da 2ª Região
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Conflitos Coletivos

Greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM é cancelada após decisão do TRT da 2ª Região

 

A greve dos trabalhadores das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM), que estava marcada…

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Notícia: Greve no Metrô: audiência na Justiça do Trabalho apresenta proposta de acordo
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Greve no Metrô: audiência na Justiça do Trabalho apresenta proposta de acordo


Na tarde desta quarta-feira (19), o TRT da 2ª Região apresentou proposta de conciliação em audiência realizada entre o sindicato dos metroviários e o…

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Notícia: Núcleo de Ações Coletivas é criado no âmbito do TRT da 2ª Região
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Núcleo de Ações Coletivas é criado no âmbito do TRT da 2ª Região

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região criou, por meio do Ato GP nº 01/2021, o Núcleo de Ações Coletivas (NAC), que será responsável por…

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Notícia: Indústria de papel da Grande São Paulo fecha acordo em fase pré-processual com trabalhadores da categoria
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Conflitos Coletivos

Indústria de papel da Grande São Paulo fecha acordo em fase pré-processual com trabalhadores da categoria


A Justiça do Trabalho de São Paulo mediou acordo ainda em fase pré-processual entre empregados e empresas do setor de papel e celulose da Grande São…

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  1. Havendo um conflito entre as partes da relação coletiva de trabalho, a mediação com vistas a uma solução conciliatória pode ocorrer no curso de um processo judicial ou mesmo antes do seu ajuizamento.

  2. Na fase pré-processual, o pedido pode ser apresentado por um dos interessados, por simples petição, bastando a narração do conflito, os motivos e a indicação dos interlocutores da negociação coletiva.

  3. A petição será endereçada ao Vice-Presidente Judicial, com o requerimento de Instauração de Procedimento de Mediação ou Conciliação Pré-Processual, juntando-se os documentos necessários para a análise do conflito.

  4. Para a intimação, o requerente deverá indicar de maneira precisa e completa os dados da parte contrária e de seus advogados, com todas as formas possíveis de contato, tais como e-mails, telefones fixos/celulares, endereços.

  5. A petição e os demais documentos deverão ser protocolizados diretamente no PJe, na classe PMPP (Procedimento de Mediação Pré-Processual).

  6. Havendo acordo na fase pré-processual, será lavrado o Instrumento de Transação, que será referendado pela Autoridade Mediadora, conferindo-se efeito de título executivo extrajudicial.

  7. Na fase processual, todos os conflitos coletivos estão aptos à conciliação nas modalidades de mediação, autocomposição e arbitragem, independentemente das tentativas previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

  8. Os dissídios coletivos poderão ser encaminhados para o Núcleo por determinação do Vice-Presidente Judicial, ou após o sorteio, por deliberação do Relator, a qualquer tempo.

  9. O pedido de conciliação poderá ser formulado na petição inicial, por requerimento da parte interessada, solicitação das partes em reunião, audiência ou sessão ou pelo Ministério Público do Trabalho.

  10. Havendo acordo na fase processual, será lavrado um termo, que será submetido à Seção de Dissídios Coletivos – SDC.

  11. As partes poderão, ainda, optar pela arbitragem, inclusive na modalidade por ofertas finais (art. 4º, § 1º, da Lei nº 10.101/2000), devendo protocolizar a petição e os documentos diretamente no PJe, na classe PCON - Procedimento Conciliatório.

  12. Poderá ser escolhido como árbitro:

    1. o Desembargador Vice-Presidente Judicial; ou

    2. o Desembargador Relator sorteado; ou

    3. o órgão colegiado da Seção de Dissídios Coletivos – SDC; ou

    4. qualquer outro Desembargador membro da Seção de Dissídios Coletivos – SDC.

  13. Esgotada a atuação do Núcleo, os autos serão encaminhados ao relator originário e, em se tratando de procedimento pré-processual, os autos serão redistribuídos e encaminhados à SDC – Seção de Dissídios Coletivos, para ciência e arquivamento em sessão, nos termos do disposto no §1º, do art. 4º, do Ato GP nº 52/2018.

  14. Não haverá cobrança de custas processuais na mediação ou na conciliação pré-processual.

Secretaria de Dissídios Coletivos

Telefone: (11) 3150-2050

E-mail: sdc@trtsp.jus.br

Secretaria da Vice-Presidencia Judicial

Telefones: (11) 3150-2023 e (11) 3150-2025

E-mail: svpj@trtsp.jus.br

 

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Atualizado em 17/05/2022
por Secretaria da Vice-Presidência Judicial (svpj@trtsp.jus.br)
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